“Sua posição sobre o Islamismo”

Nessa madrugada, no que parecia ser uma missão de paz, questionaram-me no Twitter a minha real posição sobre o islamismo. Como percebo ser um tema com o qual venho falhando e deixando muita “ponta solta”, permiti-me uma resposta mais elaborada ao garoto. Resposta esta que compartilho aqui.


Bom, antes de mais nada, acho que cabe ressaltar que minhas opiniões sobre islamismo não necessariamente se aplicam a islamitas. Porque eu não sou louco. Sei que há islâmicos pacíficos, que são uma maioria com a qual eu conviveria harmonicamente e que já até recebeu apoio meu — fui vizinho de refugiados sírios e os ajudei como pude.

Mas o islamismo, como um conjunto de ideias que norteia a vida de alguém, e aqui nem me interessa se tem cunho religioso ou não, me soa algo extremamente instável, inflamável, não recomendável a massas que busquem paz. A leitura mais moderada dele me soa mais radical que a leitura mais radical da Bíblia feita pelos templos evangélicos brasileiros. Se eu vejo necessidade de barrar o avanço político desta, por que não veria necessidade de barrar o avanço dessa?

Também acho bom ressaltar: esses posicionamentos ainda são pouco firmes, verdes, tendem a ir mudando com o tempo e por um bom tempo. E eu reconheço que preciso ter mais cuidado com eles. Justamente porque os revisarei num futuro breve.

Você deve ter acompanhado uns “ataques” que sofri recentemente nas redes sociais, né? Pois bem… Virei alvo pois viram em mim um xenófobo islamofóbico. Eu não me considero nem xenófobo, nem islamofóbico. Mas certamente falhei como comunicador, afinal, fizeram essa leitura do que escrevo.

Então reduzi a marcha até descobrir uma forma melhor de me pronunciar. Por enquanto, acho importante atacar os pontos que julgo para lá de equivocados: a segregação das mulheres, a perseguição a homossexuais e o gritante desrespeito aos direitos das crianças e adolescentes. Em especial, barbaridades como mutilação genital, imposição do uso da burca, recrutamento de crianças para exércitos, o renascimento de mercados escravos na África, apedrejamentos e, claro, atentados terroristas feitos pelo jihadismo mais perverso.

Sobre imigração, eu vinha diferenciando a legal da ilegal, e sempre me posicionando a favor da primeira. Mas me convenci que trata-se de algo ainda mais complexo. A briga é entre imigração controlada e descontrolada. A gente não pode simplesmente passar a receber gente do mundo todo sem ter alguma estrutura, ou importaremos graves problemas para um país já cheio de graves problemas. Muito menos podemos arriscar a soberania nacional permitindo que forças estrangeiras se organizem e invadam o país em missões políticas, e é o que essas leis propostas pelo PSDB — está na cara — mais querem, sabe lá por quê.

Também me preocupa o “petrodólar”. Ele já comprou a F1, está comprando o futebol (comprou Neymar essa semana). É muito confusa a relação disto com grupos terroristas, ditaduras e crime organizado. Já tem dois anos que o PCC bate bola com o Hezzbollah. E uns 10 anos que possui uma bancada do narcotráfico em nosso Congresso. Ele não usa isso para legalizar a maconha, ou encareceria o próprio produto. Ele usa isso para comprar impunidade. E esse trio (bilionários árabes, narcotráfico e classe política brasileira) parece cada dia mais parceiro. Mas a imprensa segue em silêncio, como quem respeita por medo.

Eu tenho muito medo. Pois vejo o Brasil rumar a algo sombrio. E quero muito, muito mesmo, estar errado. Mas constantemente os pontos se ligam e caminham para provar que não era pesadelo, era realidade.

Como sou ateu, não consigo nem pedir ajuda a Deus numa hora dessas. Só me resta, então, desejar sorte a todos nós. Iremos precisar.

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Publicado por

apyus

Um cara simples

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