Campanha pelo unfriend

Sempre que você tem uma oportunidade para oferecer a um desconhecido, um emprego, um frila, um convite, e alguém se habilita, o que você faz?

Aqui, há um procedimento padrão. Primeiro, jogamos o nome da pessoa no Google. No geral, dois sites surgirão entre as primeiras opções. O LinkedIn é bom para conferir as qualificações. Do Facebook, o que mais interessa são os amigos em comum. Porque, com essa em lista em mãos, passa-se à etapa seguinte: perguntar aos conhecidos o que acham do concorrente.

E é aqui que mora o perigo. É muito comum livrar-mo-nos de amizades conflituosas simplesmente “silenciando-as” nas redes sociais. Mas, para a pessoa que visita o nosso perfil, ainda constará algum nível de proximidade.

E se calhar de a pessoa com a oportunidade da sua vida ter por amigo em comum apenas aquela figura que não vai com sua cara? Será que ela irá falar bem de você? Ou dirá que você não passa de uma enrascada?

Por isso, cheguei à conclusão que colecionar falsas amizades virtuais apenas para evitar um estresse há de ser uma enorme roubada. E passei a defender o “unfriend” e o “unfollow” mais do que nunca. Sim, renderá algum estresse. Mas é para um bem maior. O seu.

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Publicado por

Marlos Ápyus

Um cara simples

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