EM PARTE, os “intervencionistas” tinham razão, mas…

A pauta absurda se sustentava em premissas verdadeiras: o problema não era Dilma, era o sistema; trocá-lá não resolveria o problema, afinal, toda a linha sucessória e suas fatais alternativas eram um lixo; o texto constitucional é propositalmente subjetivo, ou não seria aprovado em 1988, ou seja, permite todo tipo de interpretação, até mesmo as mais amalucadas.

Dilma caiu. Cunha caiu. Toffoli e Lewandowski deram espaço a Mendes e Lúcia. E o sistema apenas partiu com mais sede para cima da impunidade. Em outras palavras, os “intervencionistas” tinham alguma razão. Ao menos nas premissas. Mas…

Mas eles sumiram das ruas após a consumação do impeachment. Fortalecendo as suspeitas de que seus adeptos, ou seus líderes, financiados sabe-se lá por quem, moviam-se apenas com o interesse de tumultuar o processo em curso.

Tumultuaram. Mas não impediram o impedimento.

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Publicado por

apyus

Um cara simples

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