Não era a opinião pública

Num dia, o STF evitou peitar a opinião pública e, mesmo havendo notícias de que já havia maioria lá dentro para soltá-lo, decidiu por 8 a 1 manter Eduardo Cunha preso.

No dia seguinte, peitou a tal opinião pública e decidiu que a sociedade deve indenizar criminosos que sofram com a superlotação dos presídios – praticamente todos os detidos.

Eu não estava entendo a lógica. Até esbarrar nesse tweet da senadora Vanessa, do PCdoB:

O STF não ficou com medo de peitar a opinião pública, ficou com medo de peitar a esquerda. Quanto à opinião pública, que enfrente desesperada os 60 mil assassinatos por ano, e ainda indenize a fração que encara por destino a detenção em presídios superlotados.

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Publicado por

Marlos Ápyus

Um cara simples

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